O impacto das telas é a nova crise de saúde pública!

A preocupação global sobre o uso das telas chegou ao ápice agora em 2026 e a Forbes Tech trouxe um relatório completo sobre seu impacto na saúde das novas gerações.

Plataformas pensadas para aumentar a dopamina, crianças e adolescentes sofrendo atrasos cognitivos e uma crise comparável ao que o tabaco representou para saúde pública no século passado. Uma preocupação que tem se tornado cada vez maior entre estudiosos, especialistas e usuários que buscam fugir do vício das telas.

Nomofobia: O medo de ficar sem celular

A Forbes Tech conta em seu relatório que um estudo realizado com pessoas enquanto passavam 3 dias longe de seus celulares, detectou aumento da ansiedade, frequência cardíaca e pressão arterial durante o período, além do alto desejo por mexer em seus aparelhos.

Esses sinais mostram que a dependência digital não é apenas um "hábito", mas uma condição que altera o equilíbrio fisiológico do usuário.

A preocupação que o impacto das telas tem gerado nas pessoas, em contrapartida ao medo irracional de ficar sem celular, trouxe um aumento mercadológico na busca por celulares antigos. Os chamados dumbphones não possuem recursos com navegação avançada e redes sociais, apenas acesso ao envio de mensagens e ligações.

Essa tendência reflete um movimento de resistência. Muitos usuários, especialmente da Geração Z, estão optando por eles de forma proposital com o intuito de retomar o controle sobre o próprio tempo e reduzir a superestimulação cognitiva.

Você já percebeu os sinais da nomofobia no seu dia a dia ou no de seus pacientes? Neste contexto de alta demanda por suporte emocional, ter uma gestão eficiente é o que permite ao profissional da saúde focar mais no atendimento.

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